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ATROCIDADE - Pai que confessou assassinato das filhas responderá por duplo homicídio

Polícia concluiu investigação, que será encaminhada ao MPGO. Meninas de 4 e 8 anos foram mortas a facadas pelo próprio pai

Reprodução/Redes sociais

Goiânia – O pai que confessou ter matado as duas filhas, 4 e 8 anos, em Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, foi indiciado nesta quarta-feira (1º/6) por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e por lesão corporal contra a esposa. De acordo com o delegado responsável pela investigação do caso, Marcus Cardoso, Ramon de Souza Pereira planejou o crime e pode pegar até 60 anos de prisão.

As crianças Mirielly Gomes Souza, de 8 anos, e Cecília Gomes Souza, de 4 anos, foram encontradas mortas na última terça-feira (23/5), dentro de um carro carbonizado. Conforme a apuração, as meninas foram assassinadas por vingança a mãe delas, após uma suposta traição. Elas foram mortas a facadas.

Após o crime, Ramon chegou a fugir, no entanto, foi encontrado no dia seguinte, ferido. Segundo a Polícia, o homem também tentou tirar a própria vida. Após ser localizado e prestar depoimento a polícia, o homem que é motorista de aplicativo foi hospitalizado e passou por cirurgia. Ele recebeu alta médica no último domingo (28/5) e posteriormente encaminhado ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Crianças de 4 e 8 anos foram mortas a facadas e tiveram os corpos carbonizados
 Reprodução/Redes sociais

Ao g1, a advogada de Ramon, Larisse Pimentel, afirmou que a defesa vê a conclusão do inquérito e indiciamento do suspeito com naturalidade e que continuará atuando na defesa dele. A Polícia Civil (PC) concluiu a investigação e informou que a denúncia será encaminhada ao Ministério Público de Goiás (MPGO).

Crime planejado

De acordo com a Polícia, uma testemunha próxima à família relatou que, um mês antes do crime, Ramon teria dito que mataria as filhas caso confirmasse a traição da esposa. Segundo o investigador do caso, no domingo (21) anterior ao crime, o motorista chegou a conversar com o homem com quem ele desconfiava que a esposa estaria tendo um caso e perguntou se ele andava armado.

A corporação descartou a possibilidade de que Ramon tenha problemas psicológicos. Ainda segundo a polícia, ele não tinha antecedentes criminais ou histórico de violência, além de ser um pai e marido presente.

Fonte - Metrópoles

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