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O que se sabe e o que falta saber sobre o acidente aéreo que matou dois militares no Entorno

Acidente ocorreu nesta terça, quando o helicóptero fazia pouso de emergência em Formosa (GO). Marinha investiga circunstâncias do acidente

Hugo Barreto/Metrópoles

Após o acidente que matou dois oficiais da Marinha do Brasil, nesta terça-feira (8/8), o Brasil aguarda, agora, o resultado da perícia que deve indicar o que teria motivado a tragédia aérea. Segundo a Marinha, um relatório preliminar contendo informações como histórico da ocorrência, laudos e pareceres técnicos deverá ser concluído em até 180 dias.

Por enquanto, o que se sabe é que o acidente ocorreu no início da tarde de terça, em Formosa (GO), a cerca de 100 km de Brasília. O treinamento ocorre desde 1988 e conta com participação do Exército e da Aeronáutica brasileiros.

A aeronave UH-15 Super Cougar, que levava 14 militares, realizava o treino planejado de Fast Rope — uma técnica para desembarque rápido da tropa, em ambiente adverso, com uso de cordas.

Durante o exercício, o helicóptero teve que executar um pouso de emergência. Foi quando a aeronave caiu ao solo, matando dois militares e ferindo outros oficiais.

Atendimento

A Unidade Médica Expedicionária da Marinha (Umem) também participava do exercício e prestou os primeiros atendimentos às vítimas da queda.

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) foi acionado e atendeu aos feridos. Três ficaram sob cuidados médicos da Umem. Sete foram encaminhados ao Hospital Regional de Formosa, e dois, ao Hospital das Forças Armadas (HFA) em Brasília. Dez apresentam lesões sem gravidade; dois passam por cirurgia ortopédica.

Até o momento, seis já receberam alta do Hospital de Formosa.

Fatalidades

Segundo a Marinha do Brasil, o sargento Luís Fernando Tavares Augusto, que servia no Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais, e o sargento Renan Guedes Moura, lotado na Base de Fuzileiros Navais da Ilha do Governador, não resistiram aos ferimentos e morreram em decorrência do acidente.

A Força informou que presta todo o apoio aos militares feridos e aos familiares dos falecidos.

Nas redes sociais, a Marinha postou uma nota de pesar.

“A Marinha do Brasil, entristecida, lamenta o falecimento de dois militares, na tarde de hoje (8), durante um exercício operativo em Formosa (GO). Nesse momento de luto para a Família Naval, nos solidarizamos com os familiares e amigos desses bravos militares que escolheram a Marinha para servirem à Pátria. Todo apoio está sendo prestado aos familiares e às vítimas do acidente.”

Uso de míssil e o que falta saber

Em uma segunda nota encaminhada à imprensa, a Marinha destacou que não houve qualquer míssil ou armamento pesado envolvido na atividade. Informações preliminares indicavam que esse teria sido o motivo da tragédia.

“A MB informa que foi instaurada uma Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico para apurar as circunstâncias do acidente”, completou a nota.

A expectativa é que o relatório preliminar da Marinha elucide a causa da queda da aeronave. Ainda não se sabe se alguém será responsabilizado nem quem pilotava o helicóptero no momento do acidente.

Para os próximos dias, também é esperada a divulgação dos locais e horários dos sepultamentos das vítimas. Familiares dos dois ainda não se manifestaram publicamente.

Fonte - Metrópoles

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