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Cortou alambrado e saiu: fuga de preso da Papuda completa 15 dias

Preso na Papuda, Arlan Cotrim dos Santos fugiu do Centro de Detenção Provisória há 15 dias e ainda não foi recapturado por forças policiais


Material obtido pelo Metrópoles

Arlan Cotrim dos Santos (foto em destaque), 48 anos, fugiu do Centro de Detenção Provisória I (CDP I), no Complexo Penitenciário da Papuda, no início da tarde do dia 19 de março. Desde então, forças de segurança da capital do país montaram um cerco para tentar localizar o detento, mas o homem segue foragido.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), durante inspeção, policiais penais verificaram um corte no alambrado externo da unidade, o qual teria sido realizado pelo custodiado na ocasião da fuga.

O custodiado era classificado para trabalhar no interior do CDP I. Arlan estava em processo de transferência para a penitenciária de regime fechado, para onde ia nas próximas horas. Ele soube que foi condenado a 19 anos de prisão no dia anterior a sua fuga.

Arlan – condenado por dois furtos, roubo qualificado, formação de quadrilha ou bando e uso de documento falso – era chamado de “classificado”, qualificação dada a presos que, por bom comportamento, recebem “regalias” e são beneficiados com trabalhos internos.

O preso realizava um trabalho de manutenção fora da cela e era considerado exemplar, por ter bom comportamento. Por isso, ganhou o benefício de trabalhar na prisão, fora dos pavilhões. A ausência do homem só foi percebida horas depois.

O Metrópoles questionou a Seape-DF sobre novas informações em relação ao paradeiro do custodiado ou a conclusão da investigações acerca da fuga do homem, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.

Denuncie

Após tomarem conhecimento do episódio, forças de segurança da capital do país montaram um cerco para tentar localizar o detento.

Qualquer informação que leve ao foragido deve ser encaminhada ao Disque Denúncia da Policia Penal 61 99666-6000, à Policia Militar do DF, pelo número 190, ou à Policia Civil, pelo número 197.

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