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Vaticano oficializa a excomunhão de padre em Bauru, após vídeos polêmicos

Sacerdote havia defendido a união entre pessoas do mesmo sexo, infidelidade no casamento, entre outros. Ele abandonou a batina após a Diocese pedir retratação

Publicação: 16/11/2014 14:26 Atualização: 16/11/2014 14:38
O Vaticano oficializou a excomunhão do padre Roberto Francisco Daniel, conhecido como padre Beto, nesse sábado. Segundo um comunicado oficial no site da Diocese de Bauru (SP), a decisão foi tomada após um processo de mais de um ano. O sacerdote não pode mais celebrar nenhum ritual da Igreja Católica e nem participar da comunhão.

A Diocese recebeu o comunicado oficial do Vaticano em 14 de outubro, mas se manifestou sobre o assunto apenas ontem. O pedido de excomunhão do padre foi feito em abril do ano passado, após a divulgação de vários vídeos onde ele defende assuntos polêmicos, como a união entre pessoas do mesmo sexo, infidelidade no casamento, entre outros. “A causa da excomunhão não foi uma punição irrogada pelo Bispo ou pelo Papa, mas em virtude dos seus atos cismáticos e heréticos que, pela prática dos mesmos, o Sacerdote foi atingido – automaticamente – pela censura de excomunhão”, diz o texto.

À época, a Igreja solicitou um pedido de retratação por parte do religioso, mas ele se recusou e decidiu abandonar a batina. A Diocese comunicou que os fiéis não devem participar de possíveis “atos de culto” celebrados pelo padre Roberto. Os matrimônios celebrados após a declaração da pena também inválidos. “Ninguém é obrigado a professar a fé católica, mas quem está na Igreja Católica tem o dever de ser fiel à fé da Igreja Católica”, completou o texto.

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