Na EPTG, moradores sofrem com obras sem fim

A queixa é de que está abandonado há pelo menos cinco anos e sem previsão de retorno. Enquanto isso, a população sofre com o esquecimento da área

Ingrid Soares
ingrid.soares@jornaldebrasilia.com.br


Buraco remanescente de obras de implantação de tubulações de esgoto às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) tem incomodado os moradores. O trabalho era realizado na rua em frente a um supermercado, na chácara 65. A queixa é de que está abandonado há pelo menos cinco anos e sem previsão de retorno. Enquanto isso, a população sofre com o esquecimento da área.

O caseiro Luis Helivan da Silva, 56 anos, conta que, antigamente, havia tapumes ao redor do buraco, mas que, com o passar do tempo e com a ação de vândalos, rapidamente ficou novamente exposto. 

Por conta da água parada no fundo do poço e do período de seca, o caseiro teme pela saúde dos residentes locais: “Jogamos litros de água sanitária no buraco na tentativa de evitar focos do mosquito da dengue. Faz tempo que as obras dessa e de outras regiões estão negligenciadas. Nessa troca de governo, ninguém mais apareceu. Ficam empurrando um para o outro e não resolvem nada”, conta.

A dona de casa Simone Ramos, 43 anos, reclama da falta de iluminação e diz que, desde que as obras começaram, ela não tem água encanada e vive com um poço abastecido por caminhão pipa. Ela ressalta que, além do transtorno, tem fios energizados e pregos expostos nas madeirites entulhadas. “Além do risco de assalto, o local é usado por usuários de drogas. Tenho receio de andar por aqui”, informa.




Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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