Coronavírus: com mais 2 mortes, DF chega a 17 óbitos e 651 casos

As vítimas residiam em Taguatinga e Águas Claras e tinham 94 e 78 anos, respectivamente


O GDF confirmou mais duas mortes por coronavírus na tarde desta terça-feira (14/04). Agora, o número de óbitos por Covid-19 no Distrito Federal chegou a 17.

Um morador de Taguatinga Norte, 94 anos, deu entrada no Hospital Anchieta em 7 de abril e faleceu em decorrência da doença no domingo (12/04). O homem tinha diabetes, hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

A outra vítima é um morador de Águas Claras, 78, que foi internado no Hospital Brasília em 31 de março. O paciente tinha neoplasia e morreu também no domingo (12/04).

Na segunda-feira (13/04), o governo local confirmou a 15ª morte. Trata-se de um homem de 54 anos que residia em Águas Claras e tinha diabetes.

O GDF informou que o Distrito Federal tem 651 casos de coronavírus. São 10 pessoas infectadas a mais em relação ao balanço divulgado na noite de segunda-feira (13/04), o qual apontou 641 infectados.

Entre os contaminados pelo novo coronavírus no DF, há 52 internados em hospitais. São 17 pacientes com infecções graves, 35 com situação moderada e 495 com quadro leve da doença.

Por outro lado, a unidade federativa registra 311 pessoas recuperadas da Covid-19.

O Plano Piloto segue como a região com mais infectados pelo novo coronavírus: são 176. Em seguida, vêm Águas Claras e Lago Sul, com 67 e 62, respectivamente.

Confira os números:REPRODUÇÃO/SECRETARIA DE SAÚDE

Casos do coronavírus nesta terça (14/04) no DFREPRODUÇÃO/SECRETARIA DE SAÚDE

Detalhes dos casos de coronavírus no DF (terça, 14/04)

Gravidade das infecções

Há diferença entre as infecções por coronavírus, de acordo com classificação da Secretaria de Saúde. São consideradas infecções leves, os casos em que o paciente não apresenta pneumonia ou tem uma versão mais branda, fica em isolamento domiciliar e tem acompanhamento da Secretaria de Saúde.

Já as moderadas/graves indicam os internados em leitos gerais dentro de hospitais. Eles sentem falta de ar, mudança na frequência respiratória e problemas na saturação de oxigênio no sangue.

Por fim, as infecções críticas/graves são para os pacientes internados em UTIs. Eles têm insuficiência respiratória, choque séptico e possibilidade de falência múltipla dos órgãos.


Fonte - Metrópoles

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