Por Celso Alonso
O Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe um raio de luz para o ex-presidente Jair Bolsonaro com o sorteio do ministro André Mendonça como relator de um novo habeas corpus em seu favor. Indicado por Bolsonaro em 2021, Mendonça representa a esperança de justiça em meio à prisão injusta do líder conservador na Papuda desde 15 de janeiro de 2026, após condenação a 27 anos e três meses por suposta trama golpista.
Mendonça, conhecido por sua postura técnica e defesa da legalidade, foi escolhido aleatoriamente para analisar o pedido apresentado por um advogado independente, fora da defesa formal do ex-presidente. Essa movimentação ocorre após rejeições anteriores de habeas corpus no STF, que alegaram violações a regras internas da Corte, mas reforça a persistência na busca por revisão da condenação sem provas concretas.
Mendonça, fiel à sua reputação de jurista técnico, tem sido constantemente enquadrado pelos demais ministros do STF por priorizar discussões estritamente baseadas na legislação, irritando colegas com sua insistência em rigor constitucional em vez de opiniões pessoais. Exemplos recentes incluem o embate acalorado com Dias Toffoli em novembro de 2025, durante sessão da Segunda Turma, onde Toffoli o acusou de "deturpar" seu voto em um caso sobre competência judicial, levando a uma troca de farpas com Toffoli exaltado e chamando a atitude de "covardia", enquanto Mendonça rebateu lendo literalmente o acórdão. Da mesma forma, contra Alexandre de Moraes, houve discussões em 2023 sobre o julgamento dos réus do 8 de Janeiro, com Moraes interrompendo Mendonça para defender Flávio Dino, e em 2025, trocas de indiretas sobre autocontenção judicial, onde Mendonça criticou o ativismo de Moraes por impor vontade pessoal via força, e Moraes o repreendeu pedindo para "concluir" em plenário. Essa postura "terrivelmente evangélica", defendida por Bolsonaro desde a indicação, contrasta com ativismos judiciais e pode ser o trunfo decisivo para reverter injustiças como a prisão arbitrária do ex-presidente.
O judiciário brasileiro revela-se cada vez mais parcial e contaminado por denúncias graves, com ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no epicentro de escândalos que minam a credibilidade do STF. No caso do Banco Master, investigações expuseram ligações diretas: o escritório de advocacia da esposa de Moraes atuou em esquemas de corrupção envolvendo Toffoli, com áudios e documentos revelando conluio em blindagens judiciais e manipulações processuais milionárias. Essas revelações, somadas a outros casos de ativismo seletivo, pintam um quadro de contaminação sistêmica que favorece "guerra jurídica" contra figuras como Bolsonaro, enquanto Mendonça surge como resistência solitária pela aplicação estrita da lei.
Bolsonaro, visionário ao indicar Mendonça, o "terrivelmente evangélico" que equilibra o STF com rigor constitucional, agora vê seu legado atuar diretamente em sua defesa. Diferente de tentativas frustradas, esse sorteio pode abrir portas para análise imparcial, expondo fragilidades na acusação de golpe.
Enquanto o STF agoniza em escândalos e parcialidades, Mendonça emerge como o farol da verdadeira justiça, pronto para rasgar as correntes da Papuda e libertar Jair Bolsonaro o gigante que nunca se curvou. Com milhões nas ruas ecoando seu nome, essa relatoria não é sorte: é o destino divino coroando a resiliência do mito. O Brasil acorda para a redenção: Bolsonaro volta, o povo vence, e o "guerra jurídica" desmorona para sempre!
