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ELEIÇÕES DF 2026 - Disputa pelo Palácio do Buriti reúne seis pré-candidatos e cenário ainda pode mudar

Convenções partidárias devem definir alianças e consolidar a corrida ao Governo do Distrito Federal para as eleições de outubro de 2026

Por Celso Alonso | BRASÍLIA | 29 de julho de 2026

A disputa pelo Governo do Distrito Federal entra em uma nova fase à medida que se aproxima o prazo para a realização das convenções partidárias, responsáveis por oficializar as candidaturas para as eleições de 2026. Faltando pouco mais de dois meses para o encerramento desse processo, sete nomes já se apresentam como pré-candidatos ao Palácio do Buriti, enquanto partidos seguem negociando alianças que poderão alterar o cenário eleitoral.

A governadora Celina Leão (PP) tentará a reeleição com o apoio político do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), apostando na continuidade da atual gestão. No campo da oposição e das candidaturas alternativas, também estão em articulação Ricardo Cappelli (PSB), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (Cidadania), José Roberto Arruda (PSD) e Samara Mineiro (UP). O senador Izalci Lucas (PL) dá sinais de que irá disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Apesar das movimentações já em curso, o quadro eleitoral ainda permanece aberto. Até a realização das convenções, partidos poderão formar federações, consolidar coligações e até promover mudanças em suas estratégias, o que pode resultar na confirmação, substituição ou retirada de candidaturas.

Nos bastidores, lideranças políticas intensificam reuniões para ampliar apoios e fortalecer seus projetos eleitorais. A definição de candidatos a vice-governador e a construção de alianças regionais também fazem parte das negociações que devem marcar as próximas semanas.

A eleição para o Governo do Distrito Federal está marcada para 4 de outubro de 2026. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno, os dois mais votados disputarão o segundo turno, previsto para 25 de outubro.

Com o início da fase decisiva do calendário eleitoral, a tendência é de intensificação das agendas públicas dos pré-candidatos, que buscam ampliar sua presença junto ao eleitorado e consolidar apoios políticos antes da oficialização das chapas.

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