Entorno: jovem foi morta por grupo que morava com ela após briga

Heloá Jade da Silva Santos, 19 anos, levou um tiro na testa. Discussão com colega de casa teria motivado o crime, segundo polícia de Goiás

ENTORNO

A jovem encontrada morta ao lado de uma mala com roupas em uma via paralela à BR-070 foi assassinada por pessoas que moravam com ela, segundo a Polícia Civil de Goiás. Heloá Jade da Silva Santos, 19 anos, levou um tiro na testa na quinta-feira (21/3).

Três pessoas estão presas suspeitas de envolvimento no crime. Cássio Rodrigues Sá, Valdomiro da Luz Barros Costa e Sara Alves da Luz confessaram o assassinato, segundo a PCGO. A polícia ainda busca por um homem que teria disparado contra a jovem.

Segundo o delegado Cléber Martins, do Grupo de Investigações de Homicídios de Águas Lindas, a vítima viva junto com Valdomiro, Sara e uma outra mulher – que está grávida e, a princípio, não teve participação no assassinato – há cerca de 20 dias. O crime foi esclarecido nesta segunda-feira (25).

As três trabalhavam como garotas de programa em um bordel. Valdomiro, frequentador do local, convidou Sara para viver com ele, contanto que levasse mais duas amigas. Juntas, se mudaram para a residência de Valdomiro.

PCGO/REPRODUÇÃO
Cássio Rodrigues Sá, Valdomiro da Luz Barros Costa e Sara Alves da Luz

“A vítima e a gestante brigavam muito. Poucas horas antes do assassinato, as duas tiveram uma discussão na qual Heloá a agrediu fisicamente, deixando-a inconsciente”, conta o delegado. “Depois disso, os demais se juntaram para revidar e matá-la”.

Cássio e o homem que está foragido não moravam na residência, mas estavam no momento da briga e ajudaram na execução do crime, informou a PCGO. O primeiro dirigiu o carro que conduziu o grupo até a BR-070, e o segundo foi o autor do disparo. De acordo com o delegado Martins, ele teria dito “agora chegou sua hora, sua safada” antes de atirar.

“Para convencer a vítima a entrar no carro, disseram que ela deveria ir embora da casa. Heloá fez as malas, acreditando que seria levada de volta ao bordel. No entanto, eles desviaram do caminho e mandaram ela descer. A vítima andou alguns poucos metros antes de levar o tiro”, completa Martins.

O Metrópoles não conseguiu localizada os advogados dos suspeitos.


Fonte - Metrópoles

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