Tétano: saiba quais são os sintomas e como tratar a infecção

Doença é causada pela toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani. Contágio acontece principalmente por meio de ferimentos


Evitável por vacina, o tétano é a infecção causada pela toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani, que pode ser encontrada no solo e nas fezes de animais. A infecção normalmente acontece quando esporos dela entram no organismo devido a um ferimento ou lesão na pele. O objeto perfurante perigoso é aquele contaminado por terra, poeira ou fezes de animais infectados, e os sintomas aparecem de dois a 28 dias após o contágio.

A toxina produzida pela bactéria impede o relaxamento dos músculos, fazendo com que eles permaneçam contraídos, tornando o processo de abrir a boca e engolir, por exemplo, bastante difícil e doloroso. Além disso, caso o tétano não seja identificado e tratado, pode haver comprometimento de mais músculos, resultando em insuficiência respiratória e colocando a vida da pessoa contaminada em risco.

Como confirmar
O diagnóstico do tétano é feito pelo clínico geral ou infectologista, por meio da avaliação dos sinais e sintomas apresentados, bem como com análise da história clínica do paciente. Os exames laboratoriais, na maioria das vezes, são inconclusivos, pois é necessária grande quantidade de bactérias para que seja confirmado o tétano, apesar dos sintomas.

Como evitar a contaminação
A principal forma de prevenção é a vacina contra o tétano, que faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e deve ser administrada em várias doses (aos 2, 4, 6 e 18 meses de idade), tendo um reforço entre os 4 e os 6 anos. No entanto, a vacina não tem duração vitalícia e, por isso, deve ser repetida a cada 10 anos.

Além disso, também é importante evitar fazer cortes na pele, manter todas as feridas cobertas e limpas, e procurar o tratamento adequado para queimaduras e outros tipos de ferimentos que facilitam a entrada da bactéria no organismo.

Como tratar
O tratamento para tétano normalmente é iniciado com a vacina contra essa doença, para estimular o sistema imunológico, seguida de uma injeção com uma substância neutralizadora das toxinas da bactéria que ainda não se ligaram aos nervos. Além disso, o cuidado também pode incluir o uso de antibióticos, relaxantes musculares e limpeza regular da ferida. Geralmente o tratamento é feito em casa, mas, em casos mais graves, pode ser necessário ficar internado durante alguns dias. (Com informações do portal Tua Saúde)


Fonte - Metrópoles

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