TENHO MEDO DE INVESTIGAR PORQUE A GLOBO FAZ CAMPANHA NEURÓTICA CONTRA A CLOROQUINA

A postura da Globo em relação ao medicamento “cloroquina” mostra como o jornalismo morreu. Não adianta comemorar Dia de Jornalista....hipocrisia pura.

FOTO: GOOGLE

É uma vergonha a campanha contra um remédio que pode ser útil. A cloroquina não pode ser condenada por “jornalistas” que não aplicam o conceito mínimo de isenção no exercício de uma profissão que está sendo extinta por eles. 

Sou jornalista há mais de 50 anos, com grande experiência. Ganhei Prêmio Esso Nacional de Jornalismo, chefiei a redação do Correio Braziliense durante muitos anos, editei o BroadCast Político do Estadão por quatro anos, fui diretor da Voz do Brasil, fui Diretor de Divulgação do Senado (com Ramez Tebet), etc, etc.

Hoje sou comunicador, muito mais do que jornalista. Abordo a informação por ângulos modernos. Como ser jornalista, se quase já não existe jornal?

JORNALISTAS ENGAJADOS EM QUÊ?
Tenho visão crítica rigorosa contra esses caras que são filiados à falida Fenaj e ainda se dizem jornalistas.

Esses indivíduos certamente terão remorso quando a questão da cloroquina se aclarar.

É um remédio usado no Brasil há mais de 50 anos, para doenças diversas, inclusive malária, lúpus, etc. 

Os médicos brasileiros estão esgotados de saber as contraindicações e as dosagens aceitas pelo organismo humano.
Há pessoas que sobrevivem há anos tomando esse medicamento, com pleno conhecimento das consequências.

CABE AO MÉDICO DECIDIR
Hoje, o Ministro Luiz Mandetta já reconhece o óbvio. Segundo ele, cabe ao médico, na sua competência individual, decidir se usa ou não a cloroquina.

O Ministério da Saúde admite que os profissionais apliquem esse medicamento no início dos sintomas, desde que o paciente tenha exame que comprove com segurança a existência do coranavírus.

Médicos curados pela cloroquina e outros que têm salvado vidas reconhecem efeitos positivos em muitos casos, que não podem ser ignorados e que vão aparecendo aos poucos.
O Brasil se destaca em relação aos outros países pelo combate a esta nossa doença chamada malária, que nos ensinou a usar a cloroquina. 

Não venham nos dizer que não sabemos usar essa droga – o que me parece uma monstruosidade da parte de alguns “jornalistas”.

Se o paciente (ou sua família) autorizar o emprego da cloroquina, a responsabilidade final da aplicação é do médico (ou dos médicos, nos grandes centros de saúde).

Quanto à Globo, interesses escusos, criminosos, devem estar por trás dessa campanha. Deus está vendo.


Fonte - RENATO RIELLA

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