DISTRITO FEDERAL - Rapaz foi esquartejado no DF após se interessar por namorada de suspeito

Danilo, 19 anos, foi morto, teve o corpo cortado, colocado dentro de uma mala e enterrado perto do Fórum do Itapoã

REPRODUÇÃO

Um crime chocante, que chama atenção pela frieza dos suspeitos. Danilo (sobrenome não identificado), 19 anos, conhecido como Pivete, foi morto, esquartejado e teve o corpo enterrado dentro de uma mala, perto do Fórum do Itapoã. Depois, os acusados foram comer uma pizza. Segundo investigadores da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), o motivo do homicídio seria o fato de a vítima ter mexido com a namorada de um dos acusados.

“É chocante a frieza dessas pessoas. Sem motivação nenhuma, só porque a vítima se interessou pela namorada de um dos autores, foi o suficiente para eles realizarem essa crueldade. Só enterraram a vítima porque imaginaram que o mau-cheiro (do corpo) iria denunciá-los. Ao saírem do local, foram comer pizza. Sem sinal nenhum de arrependimento”, disse a delegada-chefe da 6ª DP (Paranoá), Jane Klébia.

Ainda de acordo com a delegada, o depoimento dos autores mostra que eles tinham um grau de cumplicidade com o autor do crime. Danilo (foto em destaque) era morador do Entorno do DF. “Eles tomaram as dores de Josimar e, juntos, ajudaram ele a cometer o homicídio”, ressaltou.

O crime ocorreu entre a noite de sexta-feira (29/05) e a madrugada de sábado (30/05), em uma casa no Itapoã. Quatro suspeitos foram identificados e três acabaram presos em flagrante. De acordo com os depoimentos colhidos na unidade policial, Danilo estava em uma festa regada a drogas e álcool na residência de um dos acusados pelo crime, identificado como Josimar da Penha Santos, 33 anos, conhecido como Coroa. Ele está foragido.

No local, se divertiam também os outros suspeitos — João Paulo Fonseca Sousa, 22, Wemerson da Penha Batista, 26, e Adrian de Oliveira da Silva, 19. No imóvel, estava ainda um grupo de mulheres e homens, que não participou do homicídio.


Morte agonizante

Ainda de acordo com o depoimento, a vítima ainda agonizava quando o grupo resolver “acabar com o sofrimento” dela. Segundo o termo de declaração de João Paulo, os criminosos deram novos golpes em Danilo, até que ele morresse. Em seguida, Josimar sugeriu que o grupo “desaparecesse” com o corpo. Então, teve início um ritual macabro de revezamento para que o cadáver fosse esquartejado o mais rápido possível.

A ação ocorreu no banheiro da casa e uma machadinha foi usada para desmembrar a vítima. O corpo de Danilo foi cortado ao longo de toda a noite, depois colocado dentro de uma mala.



O grupo foi até um terreno nos fundos do Fórum do Itapoã, onde abandonaram a mala. Preocupados, os suspeitos retornaram ao local mais uma vez, para enterrá-la, na manhã de domingo (31/05).

Na mesma tarde, todos se reuniram para comer uma uma pizza e tentar fazer um pacto de silêncio a fim de manter o crime em sigilo. No entanto, as informações chegaram até policiais da 31ª DP (Planaltina), que acionaram os investigadores na unidade do Paranoá.


Fonte - Metrópoles

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