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Justiça americana choca família ao reiterar que mulher se matou com 20 facadas

Família de Ellen Greenberg lutou pela reabertura do caso, já que corpo da professora continha hematomas e cortes na parte de trás da cabeça

Ellen Greenberg e desenho mostrando os golpes que a mataram — Foto: reprodução e divulgação

O histórico de crimes absurdos povoa a produção de séries, documentários e podcasts de true crime. Um dos mais emblemáticos talvez seja o da morte de Kathleen Peterson, que inspirou produções como o filme 'A Escada' e a minissérie documental 'The Staircase', que colocam como suspeitos de sua estranha morte tanto o marido quanto uma coruja. Mais recentemente, o caso do 'suicídio' de Ellen Greenberg passou a atrair a atenção por sua natureza violenta e pela conclusão, considerada por muitos absurda, da justiça americana, que reiterou sua opinião, chocando a família da vítima.

Ellen Greenberg foi encontrada morta em 2011 com 20 facadas e a investigação concluiu que se tratava de um caso de suicídio. Desde então, sua família pede a reabertura do caso, já que a professora tinha marcas de hematomas e metade das facadas incluíam golpes na nuca e no pescoço.

Duas das facadas dadas no corpo de Ellen Greenberg teriam sido feitas com ela já morta — 
Foto: reprodução/facebook

Os Greenberg conseguiram levar o caso a uma audiência de recurso, mas a decisão acabou sendo mantida, apesar de uma atualização que considera “profundamente falha” a investigação policial do caso, informaram documentos judiciais.

Uma equipe de especialistas foi contratada, apontando que uma faca no local do crime foi derrubada, possivelmente sugerindo que ela estava envolvida em uma briga, e um corte na parte de trás de sua cabeça pode tê-la deixado inconsciente e incapaz de se defender. A família também questionou por que ela encheu o tanque de gasolina antes de voltar para casa e não deixou um bilhete indicando que planejava tirar a própria vida.

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