
O Brasil voltou a registrar uma das piores posições no ranking global de percepção de corrupção, repetindo a segunda pior nota entre os países avaliados.
O Brasil registrou 35 pontos no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2025, elaborado pela Transparência Internacional. A pontuação, divulgada nesta terça-feira (10), fez o país manter a 107ª posição no ranking — pior colocação desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.
O levantamento, realizado por organizações internacionais que medem transparência e percepção da corrupção em governos e instituições públicas, coloca novamente o Brasil em um cenário desfavorável e levanta questionamentos sobre a eficácia de políticas de combate à corrupção.
O que é o ranking de percepção de corrupção
O ranking global de percepção de corrupção é produzido anualmente por organizações que monitoram a transparência na administração pública e a confiança nas instituições. Países são avaliados com base em indicadores que incluem:
- transparência governamental
- eficiência de mecanismos de fiscalização
- relatos de irregularidades
- percepção de cidadãos e empresas
Uma nota baixa indica que há maior percepção de práticas corruptas ou menor confiança nas estruturas de controle e combate à corrupção.
Brasil repete posição ruim
De acordo com o levantamento, o Brasil teve novamente uma nota considerada baixa, ficando na segunda pior colocação entre os países analisados. O resultado segue provocando debates entre especialistas, políticos e a sociedade civil.
Autoridades apontam que a nota refletiria desafios antigos relacionados à governança, fiscalização e ação efetiva de órgãos de controle. Já críticos afirmam que a posição no ranking expõe fragilidades e exige respostas mais articuladas por parte do poder público.
Repercussão e críticas
Nas redes sociais e no meio político, a divulgação do ranking gerou reações imediatas. Para muitos, o resultado revela a necessidade de fortalecer instituições, garantir mais transparência e ampliar mecanismos de controle interno.
Alguns setores ressaltam que o Brasil precisa avançar em medidas concretas para reduzir percepções negativas e combater a corrupção de forma consistente.
Debates em curso
Especialistas ouvidos por veículos de imprensa afirmam que a posição do Brasil no ranking pode impactar a confiança de investidores, parceiros internacionais e a própria população, que acompanha o desempenho das instituições públicas.
A expectativa é de que o tema continue sendo debatido nas próximas semanas, inclusive com possíveis posicionamentos de autoridades e propostas de ação que busquem reverter ou melhorar os indicadores.
