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Quatro canos, uma placa e nenhum resultado: a “obra” do senador do PT Randolfe Rodrigues que virou piada nacional

Da tragédia ao vexame: como o senador do PT Randolfe Rodrigues transformou causa animal em chacota, a farsa do comedouro de pets transformou causa animal em chacota


Por Celso Alonso

O que foi anunciado como iniciativa “humanitária” e sensível terminou como motivo de riso, ironia e descrédito. O comedouro público de pets, associado ao senador do PT Randolfe Rodrigues, não apenas fracassou, virou piada pronta e combustível para chacota nas redes sociais e nos bastidores da política.

Sem planejamento, sem manutenção e sem qualquer política pública que o sustentasse, o equipamento que em menos de 24h, não conseguiu cumprir sua função. Não alimentou animais, não apoiou protetores e não resolveu problema algum. O que restou foi uma estrutura abandonada e uma imagem pública desgastada, símbolo de uma atuação política que confunde marketing com gestão.

Até o momento, ninguém do governo apresentou qualquer explicação sobre os custos do chamado comedouro de pets, uma “obra” formada basicamente por quatro canos de PVC, quatro joelhos de encanamento e uma placa acrílica. O silêncio oficial sobre valores, contratos e critérios de execução só amplia a indignação. Para a população do estado do Amapá, terra de Randolfe, além de várias pessoas País afora, é impossível justificar gasto de dinheiro público em uma estrutura tão rudimentar, especialmente quando o elemento mais visível do projeto é a autopromoção política, estampada de forma ostensiva na placa com a frase: “Aqui tem Randolfe”.

A repercussão negativa foi imediata. Internautas passaram a usar o comedouro como exemplo clássico do “ativismo de fachada”: aquele que rende foto, discurso emotivo e manchete fácil, mas não entrega resultado. O senador do PT Randolfe Rodrigues, que costuma se apresentar como defensor de grandes causas, acabou reduzido a personagem de memes, lembrado mais pela inutilidade da obra do que por qualquer política efetiva.

Esse padrão de atuação não se limita ao comedouro. Aproveitando-se da comoção causada pela morte brutal do cão Orelha, assassinado por adolescentes, o senador do PT Randolfe Rodrigues voltou a pegar carona em uma tragédia real para capitalizar politicamente. Em meio à revolta popular, prometeu que o governo estaria presente na comunidade com ações imediatas, como vacinação dos animais e emissão de documentos para os pets. Mais uma vez, tudo ficou apenas no discurso. Nenhuma equipe apareceu, nenhum serviço foi oferecido e nenhuma das promessas saiu do papel. O que restaram foram apenas as promessas vazias e vasilhas sujas cheias de larvas, além do descaso ficado após o fatídigo "show de autopromoção" de Radolfe.

Em geral, os episódios escancaram um mesmo roteiro: tragédias viram palanque para petistas, causas sérias viram propaganda e anúncios não passam de retórica vazia. Em vez de políticas estruturantes, como castração em massa, apoio permanente a abrigos e parcerias com ONGs, o senador do PT Randolfe Rodrigues aposta em ações cenográficas, pensadas para gerar aplausos momentâneos, diga-se de passagem o "teatro" foi encenado para as redes sociais, pois no local não tinha sequer 20 personagens.

E o desfecho foi tão simbólico quanto constrangedor. Após a “inauguração” da tal obra, nem os próprios pets quiseram usufruir do local. A precariedade da estrutura, a insalubridade evidente, a falta de higiene e o abandono transformaram o comedouro em um espaço evitado até pelos animais que supostamente seriam beneficiados. O que prometia cuidado virou risco; o que se vendia como política pública terminou como caricatura, um monumento ao improviso, à autopromoção e ao fracasso, rejeitado não só pela população, mas até por aqueles que não falam, mas sabem muito bem quando algo não presta.

Veja o vídeo da inauguração:


...e agora o vídeo do que se se transformou em menos de 24h após a inauguração:



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