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Análise do caso Master pela Segunda Turma do STF pode colocar Toffoli no julgamento

Ministro André Mendonça, relator do caso, mandou para análise da Segunda Turma a decisão em que determinou a prisão do banqueiro, ocorrida nesta quarta (4).

André Mendonça enviou à Segunda Turma do STF a decisão sobre a prisão de Daniel Vorcaro, do Banco Master.

A análise pela Segunda Turma pode recolocar Dias Toffoli no julgamento do caso Master.

Toffoli deixou a relatoria em fevereiro após revelar que é sócio de uma empresa que vendeu a fundos ligados a Vorcaro parte do resort Tayayá.

O blog apurou que caberá ao próprio Toffoli decidir se há ou não impedimento para participar do julgamento.

A discussão está prevista entre 13 e 20 de março.

O ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou para análise da Segunda Turma da Corte a decisão em que determinou a prisão de Daniel Vorcaro e autorizou novas medidas da Polícia Federal no inquérito.

A análise pode colocar Dias Toffoli novamente no julgamento do caso porque o ministro é um dos cinco integrantes da Segunda Turma. O tema deve ser discutido entre os dias 13 e 20 de março.

Uma possível discussão na Segunda Turma já estava em análise pela defesa do banqueiro, segundo relatado ao blog. Os advogados avaliam apresentar um recurso contra a prisão.

Toffoli deixou a relatoria do Master em fevereiro, após revelar que é sócio de uma empresa que vendeu a fundos ligados a Vorcaro parte do resort Tayayá, que fica no Paraná. O caso foi transferido para André Mendonça após sorteio no Supremo.

Segundo fontes do Supremo ouvidas pelo blog, caberá ao próprio ministro Toffoli decidir se há ou não impedimento para participar do julgamento sobre a decisão de Mendonça.

Quando Toffoli decidiu deixar a relatoria do caso Master, os ministros do Supremo divulgaram nota em que disseram que não havia motivos para declarar a suspeição de Toffoli.

Outra possibilidade seria a Procuradoria-Geral da República (PGR) levantar uma eventual suspeição.

Porém, nos bastidores do STF essa hipótese é considerada improvável, já que a própria PGR já afirmou anteriormente não ver motivo para o afastar o ministro no caso.

A avaliação de integrantes do tribunal é que a eventual discussão sobre impedimento deverá ser resolvida antes da análise do mérito.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. — Foto: Rosinei Coutinho/STF

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