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ESCANDALO DO INSS - Acusação de estupro contra relator é usada pela esquerda para tentar desviar o foco da CPMI do INSS e desmoralizar as investigações de fraude

Esquerda recorre a denúncia infundada de estupro para sabotar CPMI do INSS e atacar relator Alfredo Gaspar

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL)  • Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Acusação de estupro contra relator é usada pela esquerda para tentar desviar o foco da CPMI do INSS e desmoralizar as investigações de fraude

Por Celso Alonso

Em uma manobra que expõe o desespero da oposição governista, o deputado Lindbergh Farias (PT‑RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos‑MS) protocolaram nesta sexta‑feira uma notícia de fato na Polícia Federal contra o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (PL‑AL). A acusação, de estupro de vulnerável, surge no mesmo dia em que os dois parlamentares protagonizaram um bate‑boca na comissão, consolidando uma estratégia de desvio de foco das investigações sobre fraudes bilionárias que atingem diretamente aposentados e pensionistas.

A suposta denúncia sustenta que Gaspar teria abusado de uma menina de 13 anos em Alagoas, resultando em uma filha de 8 anos, cujo parto teria ocorrido no Rio de Janeiro e o registro teria sido feito por terceiros. Além disso, Lindbergh e Soraya alegam que o relator teria oferecido valores de R$ 70 mil e depois R$ 400 mil para calar a vítima, argumentando que a medida seria necessária para impedir a comunicação do crime e garantir impunidade. Ao mesmo tempo, pedem que a Polícia Federal inclua a vítima, a suposta criança e eventuais testemunhas em programas de proteção, reforçando a tese de pressão e ameaça.

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Diante do tumulto na CPMI, em que Lindbergh chamou Gaspar de “estuprador” e justificou o termo como algo que “estava entalado há dias”, o relator reagiu com firmeza. Alfredo Gaspar negou veementemente as acusações, classificando‑as como “mentira”, “leviana” e “irresponsável”, e anunciou que irá processar Lindbergh Farias, além de representar contra ele no Conselho de Ética da Câmara. Em conversa com jornalistas no Senado, o deputado exibiu um vídeo de uma jovem de 21 anos, que, segundo ele, seria a suposta filha do crime, e que afirma não ter sido concebida em um estupro.

No vídeo, a própria jovem explica que é filha de uma ex‑empregada doméstica de um primo de Gaspar, em uma relação extraconjugal consensual, e que o pai, juiz, paga a pensão em dia. A narrativa de Gaspar contradiz diretamente a versão encampada por Lindbergh e Soraya: para ele, a mulher em questão é neta de seu primo, e não resultado de um abuso por sua autoria. Ainda na nota oficial divulgada na noite de sexta‑feira, o relator reforça que construiu “trajetória limpa, honrada e dentro da lei” e que não aceitará que sua honra seja atingida por narrativas sem respaldo factual.

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A escalada ocorre em meio a uma CPMI que já apontou padrões de organização criminosa em sindicatos e instituições ligadas ao INSS, com operações como a Sem Desconto confirmando que alguns dos nomes investigados pelo colegiado estão em mira da própria Polícia Federal. Enquanto o relator e a comissão avançam em um esquema estimado em mais de 6 bilhões de reais em descontos irregulares de aposentados e pensionistas, a esquerda se vale de acusações graves e pouco sustentadas para tentar desestabilizar o processo, inclusive usando a PF como palanque político.

Ao anunciar que irá prestar notícia‑crime por coação no curso do processo e denunciação caluniosa, Gaspar reforça que a disputa real não é contra ele, mas contra o poder de investigação que a CPMI representa para expor redes de corrupção em torno do INSS. Ainda que a PF siga seus trâmites e analise a peça encaminhada, as contradições entre o vídeo da suposta vítima e a versão de Lindbergh e Soraya lançam fortes dúvidas sobre a motivação política por trás da acusação.

Enquanto a esquerda distorce fatos e lança lama para paralisar a CPMI, Alfredo Gaspar emerge mais fortalecido, com a verdade como escudo. O povo brasileiro, cansado de manobras diversionistas e de ataques ad hominem para proteger quem realmente desviou dinheiro do INSS, clama por justiça real, não por espetáculos de calúnia travestidos de “denúncia”. A comissão seguirá cumprindo seu papel de investigar o esquema bilionário, e quem tentar desqualificar o relator com narrativas falidas responderá também na Justiça. O Brasil não se engana com teatro político: quer transparência, responsabilidade e respeito pelo trabalho sério que vem sendo feito na CPMI do INSS.

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