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Daniela Mercury tenta lacrar em prêmio musical e transformar palco em palanque político, rebate Edson Gomes

Daniela Mercury acusa Edson Gomes de violência doméstica  • Instagram/Daniela Mercury/Edson Gomes

Por Celso Alonso

O que era para ser uma celebração da música baiana no Troféu Armandinho & Irmãos Macedo virou circo graças a Daniela Mercury. Na noite de terça (28), transmitida pela Band, a cantora de 60 anos subiu ao palco e, em vez de homenagear os artistas, resolveu "lacrar" com acusação velada de violência doméstica contra Edson Gomes, o Rei do Reggae de 70 anos. "Edson, seja carinhoso com sua esposa, porque não aceitamos violência contra mulheres", disparou ela, ignorando o contexto festivo.

A jogada soou como mais uma tentativa de Daniela de politizar tudo, ecoando suas falas recentes contra conservadores e em defesa de pautas progressistas. Edson, que já havia criticado publicamente a visão política dela nas entrevistas passadas, chamando de "militância barata", não deixou barato. "De onde você tirou isso, Daniela? Me envergonhar sem prova? Prove que eu agredo alguém!", retrucou ele, elevando o tom diante da plateia atônita.

Ela recuou, pedindo desculpas frouxas: "Me perdoe, sou só preocupada com mulheres e jovens". Mas o estrago estava feito. Edson insistiu: “Não pode lacrar assim sem prova cabal”. Até Carlinhos Brown tentou apaziguar com um dueto improvisado, mas o reggae man dispensou: "Cantar uma zorra? Cadê!".

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Assessoria confirma: era só ‘simbolismo’

A nota da equipe de Daniela tentou salvar a cara: a fala seria "simbólica", um apelo geral aos homens brasileiros por respeito às mulheres. “Lamentamos o mal-entendido e pedimos desculpas pelo constrangimento”, disseram, prometendo uma conversa particular. Já Edson Gomes, coitado, só pediu paz: “Nada a declarar, vamos trabalhar”.

Críticos nas redes apontam hipocrisia: enquanto Daniela transforma um troféu musical em palanque ideológico – usando causas sérias como escudo para suas agendas políticas –, Edson defende sua honra sem cair na baixaria. O Rei do Reggae saiu maior, expondo o que muitos veem como oportunismo da baiana.

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