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EXCLUSIVO - Michelle Bolsonaro critica decisão que suspende norma do CFM e fala em “ataque à vida”

O PSOL - Partido Socialismo e Liberdade volta ao centro das discussões ao acionar a Justiça ao pedir suspensão de resolução que impedia injeção letal para provocar aborto no país

Foto: Reprodução


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou publicamente contra a decisão judicial que suspendeu a Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina. A medida foi tomada após ação apresentada pelo partido de esquerda PSOL, que questionou a validade da norma. Em declaração, ela classificou a suspensão como um “ataque à vida dos bebês” e criticou o método que, segundo ela, foi temporariamente autorizado.

De acordo com Michelle, a decisão monocrática permite o uso de um procedimento que envolve a aplicação de substância por injeção para interromper a gestação, prática que ela descreveu como “extremamente cruel”. “Recentemente, fomos surpreendidos com mais um ataque à vida dos bebês, uma decisão judicial que, na prática, autoriza o uso de um método de aborto extremamente cruel”, afirmou.

A ex-primeira-dama também reforçou sua posição contrária ao procedimento, destacando o impacto que, em sua visão, ele pode causar. “A injeção letal, que provoca sofrimento e morte, poderá ser usada contra bebês em gestação”, declarou.

O caso é tão emblemático que, deacordo com especialista, a substância utilizada para a prática de aborto, liberada através da suspensção da resulução é proibida até mesmo para eutanásia de animais, por causar sofrimento.

Além das críticas, Michelle Bolsonaro fez um apelo de cunho religioso aos seus apoiadores, pedindo mobilização em oração para que o plenário da Justiça reveja a decisão e restabeleça a validade da norma editada pelo CFM.

A suspensão da resolução, motivada pela ação do PSOL, tem gerado debate em diferentes setores da sociedade, envolvendo questões éticas, jurídicas e de saúde pública, e deve continuar no centro das discussões enquanto aguarda análise colegiada.

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