Presidente da Associação dos Policiais Penais de Goiás afirma ter sido agredido dentro do Palácio Pedro Ludovico durante encontro institucional nesta quarta-feira (20)
Por Redação Goiânia
Uma confusão envolvendo representantes da Polícia Penal de Goiás terminou em agressão física dentro do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, sede do Governo de Goiás, na tarde desta quarta-feira (20), em Goiânia. O episódio aconteceu momentos antes de uma reunião institucional com o atual governador de Goiás, Daniel Vilela, e rapidamente ganhou repercussão entre policiais penais e lideranças da segurança pública.
Segundo relatos divulgados nas redes sociais e informações publicadas pela imprensa nacional, o presidente da Associação dos Policiais Penais do Estado de Goiás, Adalto Nunes, afirmou ter sido agredido durante uma discussão envolvendo integrantes de entidades representativas da categoria.
Vídeos que circulam nas redes mostram o clima de tensão dentro do Palácio. Nas imagens, é possível ver bate-boca, troca de acusações e o momento em que pessoas tentam conter a confusão antes que a situação se agravasse ainda mais.
Assista:
De acordo com informações divulgadas pelo portal Metrópoles, o presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Goiás, Maxsuell Miranda das Neves, teria desferido um soco contra Adalto Nunes durante a discussão. A agressão teria ocorrido na antessala onde aconteceria o encontro com Daniel Vilela.
Após o episódio, Adalto apareceu em vídeos bastante revoltado com a situação e criticou a exposição negativa da categoria. Em uma das gravações divulgadas nas redes sociais, ele afirmou:
“Olha a vergonha que a Polícia Penal passou.”
A declaração repercutiu rapidamente entre policiais penais de Goiás e também nos bastidores políticos ligados à segurança pública estadual.
Em nota, o Governo de Goiás informou que o desentendimento teria sido provocado por uma “rixa antiga” entre os dois representantes classistas e destacou que o episódio não possui relação direta com o governo estadual. Ainda segundo o Executivo estadual, a equipe de segurança do Palácio interveio imediatamente para separar os envolvidos e controlar a situação.
A confusão gerou críticas de integrantes da própria Polícia Penal, que classificaram o episódio como desgastante para a imagem da categoria, principalmente por ter ocorrido dentro da sede do governo estadual durante uma agenda institucional considerada importante.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre eventual boletim de ocorrência, investigação interna ou medidas judiciais relacionadas ao caso. O conteúdo da reunião que aconteceria com Daniel Vilela também não foi detalhado oficialmente após a confusão.
O episódio aumenta ainda mais a tensão nos bastidores das entidades representativas da Polícia Penal de Goiás e deve continuar repercutindo nos próximos dias dentro do cenário político e da segurança pública do estado.
