Neandro Schiefler, de 46 anos, estava foragido da Justiça de Santa Catarina desde o ano passado.
Por g1 Santos
Neandro Schiefler, de 46 anos, foi preso em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
O médico foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão em outubro de 2025, quando foi condenado por estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude.
De acordo com o mandado de prisão, Justiça entendeu que o médico praticou violação sexual por três vezes, além de estupro de vulnerável contra pessoas que, por enfermidade ou deficiência mental, não podiam oferecer resistência.
Um médico, condenado por estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude contra pacientes em Itajaí (SC), foi preso em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Neandro Schiefler, de 46 anos, filmava os crimes e estava foragido desde o ano passado. Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que o médico foi preso (assista acima).
Conforme apurado pelo g1, o médico teve o rosto reconhecido por câmeras de monitoramento da cidade e foi abordado pela Guarda Civil Municipal (GCM). Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), ele foi encontrado na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Cidade Ocian. As informações foram divulgadas pela polícia neste domingo (3).
Durante a pesquisa pessoal, os guardas confirmaram que ele era procurado da Justiça de Santa Catarina e encaminharam o homem à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a prisão foi efetuada.
Condenação
Em outubro de 2025, Neandro foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão por estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Itajaí do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina.
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Neandro Schiefler, de 46 anos, estava foragido desde o ano passado. — Foto: Reprodução
De acordo com o mandado de prisão, a Justiça entendeu que o médico praticou violação sexual por três vezes, além de estupro de vulnerável contra pessoas que, por enfermidade ou deficiência mental, não podiam oferecer resistência.
Segundo a decisão da Justiça, Neandro se aproveitou da posição de médico para agir com abuso de poder ou violação de dever inerente a profissão. O mandado de prisão tinha validade até 2045.
