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Serial killer de Goiânia suspeito de matar 16 mulheres atrai admiradoras

Com a primeira audiência judicial marcada para hoje, vigilante preso por matar 39 pessoas, a maioria mulher, recebeu mensagens de celular e e-mails enviados por fãs com pedidos de visitas. Para especialistas, os autores dos textos têm problemas psíquicos

EVARISTO SA/CB/D.A Press


Ele teria confessado a morte de 39 pessoas. Muitas delas, mulheres. Em entrevista, afirmou e demonstrou não se sentir bem perto delas. Mas nada disso o impede de ter admiradoras. Apontado pela polícia goiana como um serial killer, o vigilante Thiago Henrique Gomes da Rocha, 26 anos, recebe mensagens de carinho e pedidos de visitas de fãs. Algumas se dizem apaixonadas pelo homem preso no complexo penitenciário de Aparecida de Goiânia (GO) à espera dos julgamentos.

As mensagens direcionadas a Thiago foram enviadas a telefones celulares e computadores das três advogadas que o defendem. A elas, as admiradoras pediram para conhecer o detento acusado de ser o maior matador da história goiana. A direção do presídio também recebeu solicitações de visitas íntimas ao réu, que ganhou fama nacional após ser preso, em 14 de outubro, suspeito do assassinato de 16 mulheres.

Em depoimento, ele teria confessado outros 23 assassinatos, incluindo execuções de moradores de rua e travestis. A polícia goiana também atribui a ele assaltos e furtos. Thiago tentou suicídio horas depois da prisão, mas se recuperou e hoje passa o dia lendo na cela. Até agora, apesar da extensa lista de acusações (leia Entenda o caso), só há três julgamentos marcados em que aparece como réu. Uma das audiências ocorre hoje. Um diz respeito ao homicídio de um homem. Os outros são de um roubo e de um furto.

Alto e forte, Thiago chamou a atenção de mulheres do Brasil inteiro logo ao ser apresentado à imprensa, em uma delegacia, sem camisa. “Isso aconteceu só no começo. Nós (as advogadas), recebemos e-mails, mensagens de celular de mulheres que queriam mandar recado para ele ou mesmo pedindo para conhecê-lo pessoalmente. Também tinha algumas querendo fazer doações para nós entregarmos a ele no presídio”, conta Brunna Moreno de Miranda, uma das responsáveis pela defesa dele.

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