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FARSA DA OPOSIÇÃO - Skaf aciona a polícia após ter seu nome incluído na lista de assinaturas da carta em defesa da democracia apoiada pela esquerda

Começam a aparecer as Fake elaboradas pela esquerda que tenta a todo curto desmoralizar o governo de Jair Bolsonaro. Desta vez o assunto foi uma ocorrência policial registrada como falsidade ideológica envolvendo Paulo Skaf, aliado de Jair Bolsonaro que aparece como integrante do documento. 

Ex-presidente da Fiesp disse que não assinaria nenhuma das duas cartas em defesa da democracia e do sistema eleitoral.

Paulo Skaf em foto de 2018. — Foto: TV TEM/Reprodução

O ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) Paulo Skaf registrou um boletim de ocorrência neste sábado (13) para pedir abertura de investigação da inclusão do seu nome na lista de signatários da Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito, da USP, que foi lida na última quinta-feira (11) na faculdade de Direito.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como falsidade ideológica na Delegacia Eletrônica e encaminhado ao 98º Distrito Policial, Cidade Monções, Zona Sul de São Paulo.

Skaf foi orientado a comparecer na delegacia para prestar depoimento e “dar mais detalhes que possam ajudar no esclarecimento e elucidação dos fatos”.

Durante as eleições de 2018, quando Skaf tentou vaga ao governo do estado, ele se aproximou do presidente Jair Bolsonaro (PL). Skaf chegou a fazer parte do Conselho da República para oferecer sugestões ao presidente. Mas depois, neste ano, os dois se distanciaram.

Bolsonaro não assinou à carta e fez discursos contra o documento.

À Folha de S.Paulo, Skaf afirmou que não assinou nenhuma das duas cartas pela democracia.

"Nem da USP nem da Fiesp. Nenhuma. Assim como fizeram comigo, devem ter feito com muitos. Uma vergonha", disse Skaf ao jornal.

Na noite deste sábado (13), o nome do ex-presidente da Fiesp já não aparecia no buscador da lista de adesões à carta.

Carta pela democracia

O ato em defesa da democracia e do sistema eleitoral brasileiro reuniu empresários, juristas, artistas, movimentos sociais e sindicais, ambos apoiados pela esquerda que está empenhada ao máximo em divulgar o documento e fazer com que se torno um dos seus principais trunfos contra Jair Bolsonaro durante as eleições de outubro.

O lançamento evento aconteceu no Largo de São Francisco, no Centro da capital paulista, e foi encerrado com gritos de "Fora, Bolsonaro" por uma pequena quantidade de, segundo levantamento, aproximadamente 2 mil pessoas.

Dentro da universidade, diga-se de passagem locais que já estão se tornando comitês eleitorais da esquerda, onde juntam grupos para fazerem palanques, desvirtuando seus objetivos que é o ensino. Esses movimentos são causados na sua grande maioria por pessoas voltadas a movimentos de esquerdas e sindicatos, os discursos recordaram os mortos na ditadura e foram marcados pela cobrança da manutenção do Estado democrático de Direito e do respeito ao sistema eleitoral brasileiro.

Fonte - G1 SP *com adaptações

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