Compra de Lucas Paquetá fez rubro-negro bater recorde em aquisição de jogadores no período
Por Redação do GLOBO
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Ninho do Urubu, CT do Flamengo — Foto: Davi Ferreira
O Flamengo divulgou nesta semana o balanço financeiro do segundo trimestre de 2026. Segundo os números apresentados pelo clube, os primeiros seis meses foram fechados com déficit de R$ 33,8 milhões.
O resultado se explica, principalmente, pela amortização contábil de R$ 192,4 milhões com o valor recorde gasto em contratação de jogadores na primeira janela desta temporada. Na comparação com 2025, os valores também caem por não ter existido a premiação da Copa do Mundo de Clubes. Ao mesmo tempo, o rubro-negro aponta um superávit de R$ 30,1 milhões no segundo trimestre, e garante que "o desempenho recorrente do período é o mais forte dos últimos cinco anos".
A receita total de R$ 839 milhões ao longo do primeiro semestre representa uma alta de 9,5% em relação ao mesmo período de 2025. A receita recorrente, de R$ 732,4 milhões, também teve um crescimento de 32% no mesmo comparativo — sem considerar as receitas do Mundial.
O rubro-negro bateu o recorde de investimento em compra de jogadores no recorte dos primeiros seis meses do ano: R$ 495 milhões. Os valores foram impulsionados pela contratação de Lucas Paquetá, a maior da História do clube, que chegou a R$ 315,7 milhões, incluindo os encargos envolvidos no negócio.
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