Pelo menos duas pessoas mataram irmã de PM por asfixia, diz delegado

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Danilo Martins, investigador do caso, ainda busca os suspeitos do crime ocorrido em Luziânia

A Polícia Civil de Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, afirma que pelo menos duas pessoas participaram do roubo e morte da dona de casa Raimunda de Fátima Soares Pereira, 64 anos. O delegado que investiga o caso, Danilo Martins, do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri), diz, porém, que ainda busca pistas dos suspeitos.

O investigador confirma que o corpo encontrado em um terreno baldio do Residencial América do Sul, no Novo Gama (GO), também no Entorno, é da mulher. “Estamos aguardando o resultado do laudo, que vai comprovar a causa da morte. Mas, com base nos sinais iniciais, ela morreu por asfixia”, afirma. “É certo que ao menos dois cometeram o crime. Talvez três”, acrescenta.

O corpo estava em fase de decomposição inicial. A vítima é irmã de um sargento da Polícia Militar de Luziânia e estava desaparecida desde o último sábado (18/11).

O delegado colheu depoimentos de dois familiares e um vizinho da vítima e considera a hipótese de roubo seguido de sequestro e morte. O cadáver de Raimunda está no Instituto Médico Legal (IML) da cidade.

Nesta segunda-feira (20), familiares da dona de casa afirmaram ao Metrópoles que o corpo dela havia sido encontrado. Em redes sociais, parentes compartilharam mensagens de luto e confirmaram o fato. Uma sobrinha da vítima, Flávia Alaíde, disse que a vítima foi reconhecida por um irmão: “Meu tio estava lá e viu que era ela. Estamos muito abalados”, contou.

O carro dela, um VW Gol, havia sido achado também no Novo Gama, no bairro Boa Vista. O veículo passou por perícia, cujo resultado deve ficar pronto nas próximas semanas.

Desaparecimento
Raimunda sumiu no sábado. No dia do desaparecimento, vizinhos notaram que o portão da casa dela, no bairro Estrela Dalva I, estava aberto, e a porta, arrombada. Na residência, eles perceberam a falta do carro e de alguns objetos, como televisor e aparelho de som.

A mulher tem três filhos, morava sozinha e não mantinha relacionamento amoroso recente, segundo o delegado. Martins também descartou o parentesco da vítima com um PM como motivação do crime.


Fonte - Metrópoles

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