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POLÍCIA - Criança denuncia que foi estuprada por funcionário da mãe no DF

Menina de 6 anos gravou um vídeo em que narrou detalhes do crime. Caso está em investigação na 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires)

Divulgação/Foto ilustrativa

A família de uma menina de 6 anos passou a viver um pesadelo nos últimos dias. Em conversa durante o banho, a criança revelou que vinha sofrendo estupros de um dos funcionários da fábrica de salgados da mãe e deu detalhes de como os abusos ocorriam. O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). A coluna Na Mira não revelará os nomes dos envolvidos para preservar a identidade da vítima.

A mãe da garota disse ao Metrópoles que contratou o suspeito em 2015, para a prestação serviços diversos. A fábrica de alimentos funciona na casa da família; por isso, o suspeito tinha livre acesso.

“Eu estava dando banho nos meus dois filhos, a menina, de 6, e o rapazinho, de 4. Quando conversava com o menino, ele começou a falar do ‘bibiu’. E eu o alertei, falando que ele não podia mostrá-lo para ninguém, apenas para a mamãe. A outra (criança) estava se secando no box quando disse que um dos meus funcionários tinha passado o ‘bibiu’ nela”, relatou a mãe.

A empresária acrescentou que a filha se deitou sobre ela e mostrou o que o suspeito fazia. A criança detalhou que ele pegava nas partes íntimas dela e que os abusos ocorreram muitas vezes, sempre no quarto da mãe. O último contato entre a vítima e o agressor ocorreu em 9 de setembro. Na data, o funcionário da família teria cometido outro estupro contra a menina, após o almoço.

O suspeito ameaçava a criança dizendo que ela não podia contar sobre os fatos a ninguém. Contudo, a vítima gravou um vídeo em que narrou os crimes.

A mãe da vítima afirmou que está em pânico e que tem medo do que o investigado pode fazer contra a família, pois está solto. A empresária descobriu, ainda, que ele tem passagens pela polícia por crimes de estupro, ameaça e lesão corporal.

“Depois que registrei ocorrência, eu o demiti, mas ele segue procurando minha filha. Já ligou para minha casa, procurou outros familiares. Eu me sinto ameaçada”, desabafou.

Fonte - Metrópoles

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